Em 1969 e 1970, Paulinho Tapajós exerceu os cargos de
diretor de produção e produtor musical do selo Forma/Philips, da gravadora
Phonogram (hoje Universal Music), que lançou no mercado fonográfico artistas
como Ivan Lins, O Terço, Lucinha Lins, Gonzaguinha e Fagner, entre outros.
De 1970 a 1978, atuou como produtor musical contratado da Philips, onde foi
responsável por discos de vários artistas, como Lucinha Lins, Dorinha Tapajós,
César Costa Filho, Gonzaguinha, Carlos da Fé, Fagner ("Manera Fru Fru Manera"),
O Terço ("O Terço"), Ivan Lins ("Agora", "Deixa o trem
seguir" e "Quem sou eu"), Antonio Adolfo ("Antonio
Adolfo"), Trio Mocotó ("Muita zorra"), Toquinho & Vinicius
("Vinicius e Toquinho, Toquinho e Vinicius"), Nara Leão ("Meu
primeiro amor"), Carlos Lyra ("Eu e elas"), Jorge Benjor
("Negro é lindo", "Ben", "A tábua de esmeraldas",
"10 anos depois" e "Solta o pavão"), Gilberto Gil e Jorge
Benjor ("Gil & Jorge"), Altamiro Carrilho ("Antologia do
chorinho"), Banda do Canecão ("Cem anos de Carnaval vols 1, 2 e
3"), Quinteto Violado ("Antologia do baião",
"Folguedo"), Quarteto em Cy ("Antologia do samba-canção",
volumes 1 e 2, "Quatro sucessos em Cy"), e MPB 4 ("Sucessos -
vol 4”, "10 anos depois" e "Palhaços e reis"), entre
outros, além de projetos com diversos artistas, como "Som Livre
Exportação", "Máximo de Sucessos vol. 3, Máximo de Sucessos vol
14", "Os maiores sambas-enredo", "16 sucessos
brasileiros" "Encontros", "Encontros vols 1,2 e 3,
“Antologia da Marcha-rancho” e "Orações profanas", entre outros.
Entre 1977 e 1980, trabalhou na Rede Globo, onde foi responsável pela produção
musical do programa "Fantástico" e dos especiais "Saudade não
tem idade", "Especial Milton Nascimento", "Especial
Frenéticas" e "Alerta geral".
Em 1979 e 1980, ocupou o cargo de diretor artístico e de produção da gravadora
Isaec (RS).
Em 1984, assinou a produção musical do especial “Verde que te quero ver”,
adaptação do livro homônimo, de sua autoria e Edmundo Souto, para a Rede Globo.
Trabalhou, também, como produtor musical autônomo para as gravadoras BMG/Ariola
, Copacabana ,Warner, Som Livre, Continental, CID e Universal, tendo sido
responsável por discos de Sivuca ("Vou vida afora" e "Cabelo de
milho"), Vânia Carvalho ("Vânia"), Aretha ("Aretha"),
Os Carioquinhas ("Os Carioquinhas no choro"), Nélson Gonçalves
("Cante comigo"), Alcione ("Tempo de guarnicê") e Jorge
Benjor ("A Banda do Zé Pretinho"), entre outros, além dos projetos
"Tal pai, tal filho", "Estão voltando as flores",
"Verde que te quero ver" e "Eternos meninos". Assinou,
também, a produção musical do show e disco "Cantares brasileiros 1 - A
Modinha", para a Companhia Internacional de Seguros.
Foi responsável pela produção de "Brinque-book: canta e dança II"
(livro e fita cassete), que registrou uma leitura contemporânea de cantigas de
roda, com destaque para "O cravo brigou com a rosa", "Na mão
direita tem uma roseira", "Meu limão, meu limoeiro", "Trem
de ferro" e "Marcha soldado", entre outras.
Em 2002, assinou a produção musical do Acústico de Jorge Benjor (CDs, DVD e
musical de televisão veiculado pela MTV).